13 de dezembro de 2013

NOVAS TECNOLOGIAS

O que tem surgido de novo?



Já pararam para pensar na quantidade de coisas novas que surgem a cada dia e que acabam influenciando a nossa vida e a de muitos outros por aí? O simples telefone que no passado mal servia para se comunicar hoje é um telefone móvel, câmera digital, calculadora, rádio, "toca-discos", computador, amigo, amante, confidente, etc.

A tecnologia hoje evolui de uma maneira tão rápida e crescente, em vários campos da ciência, que é impossível um Jedi ser humano se manter 100% atualizado das novas descobertas e aplicações que tem surgido. Portanto vamos tentar mostrar nessa nova série post algumas novas tecnologias que provavelmente vão estar dentro de nossas casas ou até dentro de nós mesmos num futuro próximo.

Nova geração do USB 



As entradas USB mudaram bastante o modo como os periféricos interagem com o computador e isso está prestes a mudar novamente. Um novo padrão de conector, o "tipo C" está à caminho, trazendo uma boa notícia para quem sempre teve problemas em achar o lado certo do plug: ele será reversível, o que significa que não haverá mais "lado certo". 

Exatamente. Agora a entrada USB funcionará mais ou menos como o conector Lightning, da Apple, que possibilita o encaixe mais fácil. O tipo C será uma adição à especificação 3.1 e deve ser finalizado até a metade de 2014. 

Segundo o Brad Saunders, diretor do grupo, o tipo C deverá alcançar representar uma evolução em relação ao design, em termos de usabilidade e tamanho. O padrão "permitirá uma nova classe de dispositivos superfinos, desde tablets e celulares, passando por aparelhos 2 em 1, até laptops e desktops", explica Alex Peleg, da Intel.  

Nem tudo são boas notícias, porém. O novo conector também será menor, mais ou menos do tamanho que um plug Micro USB. Isso signfica que as entradas USB do seu computador automaticamente se tornarão obsoletas. Por isso, o USB 3.0 Promoter Group também incluirá especificações para cabos e adaptadores, para evitar que o usuário precise trocar de computador ou reformá-lo apenas por causa das novas entradas USB. 
Fonte: USB 3.0 Promoter Group

Nanorobôs

Douglas e o colega Ido Bachelet, pesquisador genético, fizeram os novos nanorobôs de DNA em Harvard, com o professor de genética, George M. Church, conhecido por ajudar a lançar o projeto Genoma.

No começo, Bachelet e Douglas imaginaram se poderiam combinar seus respectivos conhecimentos em imunologia e construção de nanoestruturas para construir um robô que imitaria o sistema imunológico do corpo. Ele reconheceria as células infectadas e apertaria seus botões de autodestruição.

Dentre as invenções antigas estão um cubo em nanoescala com uma tampa, lançado em 2009, que se montava em um processo chamado de “origami de DNA”. Quando você adicionava fitas de DNA, o cubo se abria. Mas Douglas percebeu que fazer com que a invenção chegasse até as células certas seria muito complicado, assim como criar os mecanismos necessários para entrar e reprogramar as células ruins.

Então Bachelet sugeriu que eles não precisavam reprogramar nada. Só precisavam fazer com que a estrutura conseguisse levar os anticorpos certos para a superfície celular com uma mensagem: “pare de se dividir”.

O nanorobô é construído com DNA, em um formato de concha pequena. Ele é desenvolvida para reconhecer certos tipos de células cancerosas. Quando encontra uma, o robô se abre e expõe a carga de anticorpos.

Apesar dos robôs funcionarem em experimentos, eles precisam ser desenvolvidos para viajar através da corrente sanguínea. Modificações são necessárias para prevenir que a partícula seja destruída pelos rins ou fígado antes de ter a chance de atuar.
Fonte: nbcnews

Teclado é coisa do passado?


Especialistas na área da Internet e das nova tecnologias reuniram-se em Paris para a décima edição da Conferência “Le Web”.

A escrita é um hábito enraizado para muitos utilizadores mas várias empresas tentam desenvolver sistemas mais intuitivos. O Siri da Apple reconhece a voz e é capaz de a reproduzir. 

O programa foi apresentado em 2011 em três línguas inglês, alemão e francês embora muitas funcionalidade só estejam disponíveis nos Estados Unidos e em inglês. A Google também está a investir na área das aplicações vocais, como refere um dos responsáveis da empresa. 

“Estamos a tentar passar de uma interação baseada no teclado para uma interação natural, através da voz, posso perguntar coisas como por exemplo, como vai estar o tempo em Paris na quinta-feira e obter uma resposta dita de forma natural”, explica Scott Huffman. Um dos fundadores da conferência Le Web, o francês Loic Le Meur, considera que as tecnologias ligadas à voz vão tornar-se cada vez mais comuns. 

“A voz é a grande mudança, o teclado tem sido sobrevalorizado mas as crianças já não vão fazê-lo porque usam tablets. O futuro está na voz”, disse o responsável. 

Fonte: Copyright © 2013 euronews 

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